A partir desta terça-feira todos os produtos alimentares são obrigados a ter nos rótulos a informação nutricional detalhada. Restaurantes e cafés também passam a ter a obrigação de dar esta informação.

Resultados divulgados nesta quarta-feira mostram que Portugal tem uma das mais baixas taxas de fumadores na União Europeia. A Bulgária, a Grécia e a Áustria são os países com mais fumadores.

 Autores do estudo que detectou carências de iodo entre as crianças portuguesas vão ser ouvidos no Parlamento. A fortificação universal do sal com iodo é recomendada há mais de duas décadas pela OMS.

Entra esta terça-feira em vigor a obrigatoriedade de incluir nos rótulos a quantidade de sal e açúcar de cada produto. 

A partir desta terça-feira os alimentos embalados terão de incluir nos rótulos a chamada Declaração Nutricional, que abrange a informação sobre a quantidade de sal e açúcar presente em cada produto.

O acompanhamento de doentes em casa através de meios como a televisão está previsto num acordo quadro de telemedicina, que vem agilizar a criação de um centro nacional dotado de pessoal e tecnologias que farão consultas à distância. 

Denominado Centro Nacional de TeleSaúde (CNTS), este centro de telemedicina está formalmente criado, mas só agora poderá arrancar no terreno, uma vez que foi assinado na semana passada o Acordo Quadro de Telemedicina, entre os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e empresas fornecedoras de serviços de telemedicina. 

Segundo Artur Mimoso, da SPMS, este acordo, que foi iniciado em 2014, pretendeu qualificar pequenas empresas já no terreno, através de consórcios com empresas grandes para fazerem trabalho de telemedicina. 

Essas empresas no terreno desenvolveram projectos-piloto de medicina à distância, tendo apresentado bons resultados, mas sem capacidade técnica e financeira para se estender. 

No fundo, trata-se de aliar pequenas empresas que prestam os serviços a outras grandes empresas que vendem os equipamentos tecnológicos. 

"Não fizemos nenhuma compra, mas a selecção de um grupo de serviços já existentes mas sem capacidade técnico-financeira para chegar a sítios mais distantes. O objectivo era precisamente dotar o SNS de capacidades de prestar serviços de telemedicina", explicou. 

Na senda deste acordo, será desenvolvido o CNTS, um projecto pioneiro a nível europeu, que "depois de equipado com pessoal e as tecnologias que o acordo vai permitir" vai fazer teleconsultas, acompanhamento de doentes em casa à distância. 

"De futuro, o acompanhamento feito hoje nos hospitais pode chegar a casa das pessoas através da rede. Estamos a maximizar o que já existe. Tínhamos os projectos sustentados em pequenos mercados. Estamos a preparar o mercado para avançar com os projectos-piloto que tão bons resultados deram, mas que foram com empresas sem capacidade de expansão", afirmou Artur Trindade. 

Os cinco projectos-piloto, que decorreram em Viana do Castelo, Évora e Beja, foram na área da principal doença respiratória, a DPOC, ao longo de sete meses de acompanhamento de centenas de doentes. 

O resultado foi uma "significativa redução" nas idas às urgências, nas hospitalizações (menos 60%), no número de dias de internamento (que passou de uma média de 276 dias para 105 dias). Foi possível ainda atrasar o começo das complicações das doenças. 

A forma de o doente passar a aceder às consultas a partir de casa vai depender da doença e dos equipamentos que de que possa dispor. 

"O aparelho mais acessível é a televisão, mas o que pretendemos é poder usar as boxes de televisão para conseguir passar alguma informação e literacia em saúde". 

Segundo Artur Mimoso, o acordo previu usar esses aparelhos em casa de pessoas com menos meios e menos literacia e, numa segunda fase, a possibilidade de colocar as operadoras a funcionar não só com a box de televisão, mas incorporar componentes de medicina através da box e não introduzir mais aparelhos: maximizar aparelhos que já existem em casa mas dar-lhes novas funcionalidades. 

Os dados inseridos pelo doente seguem para o call center clínico, composto por uma equipa de técnicos de cardiopneumologia, enfermeiros e farmacêuticos, que fazem a gestão dos dados em tempo real e, em função do estado de saúde do doente, é emitido um alerta no sistema de monitorização e analisado o encaminhamento necessário. 

O médico especialista faz a avaliação dos dados e, em casos graves, pode marcar consulta ou direccionar para as urgências.

 

Fonte: Público

 

Imaginar o futuro com um maior número de cidadãos fisicamente activos passa pelo conhecimento das suas atitudes presentes face à prática de actividades físicas e desportivas. Dois inquéritos recentes ajudam a traçar o retrato dos portugueses neste domínio.

A disfagia é uma das principais perturbações na deglutição e as estatísticas mundiais apontam para uma prevalência de 60% nos idosos que sofrem de doenças degenerativas, e uma incidência mais de 50% naqueles que têm sequelas decorrentes de AVC. Engasgamento persistente, alterações na voz e tosse durante e após as refeições são alguns sinais de alarme.

Nas últimas décadas, ocorreram inúmeros avanços ao nível da medicina. Estes avanços proporcionaram a sobrevivência de recém-nascidos (RN) de 26 semanas de idade gestacional, RN de muito baixo peso, bem como bebés com doenças embrionárias e genéticas, malformações e lesões encefálicas.

A partir de agora, em Portugal, os doentes podem ser acompanhados em casa com consultas à distância, através da box da televisão. 

É a chamada telemedicina. Um projeto pioneiro a nível europeu e que vai permitir uma “significativa redução” nas idas às urgências, nas hospitalizações ou no número de dias de internamento.

Nas férias as pessoas, na sua maioria, descansam e se divertem, mas existe uma parcela da população que por serem acometidos pelo stress do trabalho reagem de outra forma e relatam que nas férias já ficaram doentes: ocorrem contratura muscular na região lombar, resfriados e acometidos por infecções.