Com a crescente procura de piscinas verificada hoje em dia, é de extrema importância que a qualidade da sua água, as suas características estruturais e as suas condições de funcionamento não coloquem em risco a saúde dos seus utilizadores.

Neste âmbito o IASAÚDE cumpre o Programa de Vigilância Sanitária das Piscinas baseado na Circular Normativa n.º 14/DA, de 21 de agosto de 2009 da Direção-Geral da Saúde. Como norma orientadora de âmbito técnico mas sem caráter legal, existe a Diretiva CNQ 23/93, do Instituto Português da Qualidade (Conselho Nacional da Qualidade – CNQ), relativa à qualidade das piscinas de uso público.

Os parâmetros microbiológicos avaliados são os referenciados na Circular Normativa atrás mencionada: Microrganismos cultiváveis (37ºC/48h), Coliformes totais, Escherichia coli, Enterococos, Estafilococos produtores de coagulase, N.º total de Estafilococos e Pseudomonas aeruginosa.

Sendo a higiene das piscinas fortemente influenciada pela higiene dos seus utilizadores, devem-se tomar as medidas que obriguem os utilizadores ao cumprimento de normas a serem observadas antes de entrar na piscina.

  • Usar touca para o cabelo, fato de banho e chinelos.
  • Tomar um duche antes de entrar na piscina de modo a eliminar qualquer vestígio de suor, urina, matéria fecal, cosméticos, óleos bronzeadores e outros potenciais contaminantes.
  • Utilizar as instalações sanitárias antes de entrar na piscina para minimizar a libertação acidental de urina e matérias fecais.
  • Passar obrigatoriamente pelo lava-pés para evitar a proliferação de bactérias e eliminar as fontes de contaminação.
  • Indivíduos com gastroenterites e infeções na pele não deverão frequentar a piscina enquanto estiverem doentes e só o poderão fazer, uma semana após a sua doença.
  • Se forem admitidos na piscina bebés e crianças pequenas (que não sabem usar os sanitários), estes devem, sempre que possível, usar fraldas de banho impermeáveis que conterão toda a urina e fezes libertadas.