Conseguir que os dadores pontuais de sangue se tornem dadores regulares e aumentar a margem de reservas do Serviço de Saúde da Madeira (SESARAM). Eis os dois desafios que emergem da recente crise de escassez de sangue ocorrida há cerca de duas semanas e que foram assumidas pelos responsáveis político e clínico desta área, esta manhã, na sessão comemorativa do Dia Nacional do Dador de Sangue.

 

Pedro Ramos e Bruno Freitas salientaram números

 

Depois dos inicialmente anunciados 104 novos dadores, os números foram ontem atualizados, aumentando para 119 voluntários que deram sangue pela primeira vez entre os dias 16 e 26 de março.

 

Apesar da resposta positiva, reservas de ORH- continuam nos mínimos

 

O SESARAM pediu e a população respondeu. Apesar das reservas estarem repostas, o sangue ORH- continua nos níveis mínimos. O responsável pelo Serviço de Sangue e Medicina Transfusional do Hospital diz que é necessário repensar a estratégia de fidelização de dadores.

Entrevista: David Martinho 

No dia em que se assinalou internacionalmente a Incontinência Urinária, o SaúdeOnline falou com David Martinho, urologista do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, para saber mais sobre neuromodulação sagrada, um tratamento que melhora a qualidade de vida destes pacientes.

A adesão à vacinação pela população da RAM continua a ser das mais elevadas do país.

A cobertura para a vacinação contra o sarampo na Região Autónoma da Madeira (RAM) superou, em 2017, o objectivo definido para a vacinação, no âmbito do Programa Nacional de Eliminação do Sarampo.

 

O SESARAM quer agilizar o processo de triagem dos casos de acidentes vasculares cerebrais (AVC), criando uma articulação entre os cuidados primários e os cuidados hospitalares.

 

A Direção-Geral da Saúde recorda que o vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infeciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Os doentes são considerados contagiosos desde quatro dias antes e até quatro dias depois do aparecimento da erupção cutânea.

 

O controlo da diabetes tipo 2 em Portugal passa inevitavelmente, e em larga medida, pelo aumento da atividade física na população e por uma maior participação das pessoas com esta doença em programas de exercício físico.