Os jovens que passam mais de quatro horas em frente a ecrãs adormecem, em média, 30 minutos mais tarde do que os jovens que permanecem menos uma hora expostos à luz dos aparelhos.

Em 2018 foram diagnosticados “976 casos de gonorreia, 996 de sífilis e 600 de clamídia”, sendo a maioria dos casos relativos “às áreas metropolitanas de Lisboa e Porto”, diz o jornal I.

Uma exposição que retrata a Saúde ao longo dos vários ciclos da história da Madeira está desde ontem à tarde patente no Colégio dos Jesuítas. Momentos antes da inauguração, o secretário regional da Saúde falou também do futuro dizendo que este passará pela hospitalização domiciliária.

Em Portugal, entre 15 a 20% das pessoas com doença inflamatória intestinal (DII) sofrem de anemia, um problema que “bastante comum”, e que pode ser prevenido.

Que a poluição atmosférica era prejudicial para os pulmões já se sabia. O que não se sabia, e foi concluído agora, é que também afeta o coração e o fígado, “e todos os outros órgãos do corpo humano”, e “potencialmente todas as suas células”. O estudo foi realizado pelo Fórum Internacional de Sociedades Respiratórias.

Madeira vai melhorar a plataforma de monitorização dos mosquitos e arboviroses, contribuindo também para a melhoria para a versão final da plataforma europeia.

Decorreu esta quarta-feira, 15 de Maio de 2019, na Sala de Conferências do Hospital Dr. Nélio Mendonça, a 2.ª sessão formativa na área da saúde mental, integrada no plano formativo ‘Psiquiatria para os Cuidados de Saúde Primários’, promovido pelo Serviço de Psiquiatria e Direção do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar (MGF), em articulação com o Agrupamento de Centros de Saúde da RAM.

A Associação de Esclerose Tuberosa em Portugal leva a cabo a campanha “Aceite esta rara condecoração”, uma iniciativa que decorre nas redes sociais e convida a população a colocar o crachá da fotografia, tirarem uma selfie e publicarem-na com a hashtag #esclerosetuberosa.

 

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) advertiu hoje que as mortes maternas poderão aumentar em Portugal devido às características da população de grávidas e parturientes e defendeu a necessidade de inquéritos epidemiológicos que “analisem em detalhe cada morte”.