O bullying não é para combater, nem os falsos diagnósticos de hiperatividade para medicar. Estamos antes a falar de situações que têm de ser seriamente prevenidas

Estão diagnosticados, nesta altura, cerca de 600 casos de VIH/Sida na Madeira, mas Pedro Ramos acredita que o número de pessoas infetadas por este vírus é bem superior.

Entre janeiro e setembro de 2018, foram atendidos cerca de cento e dois mil utentes nos Centros de Saúde da Madeira, dos quais 90% tiveram alta e consequentemente regresso à sua residência e apenas 9% foram transferidos para o serviço de urgência do Hospital Dr. Nélio Mendonça.

Perpétua Ramos é a coordenadora geral do ACES – Agrupamento de Centros de Saúde da RAM - e presidente do Conselho Clínico do mesmo. Na abordagem que temos vindo a realizar ao sector da saúde, em dois trabalhos, o primeiro é este, revelamos-lhe o que pensa Perpétua Ramos sobre vários aspectos dos cuidados primários.

As escolas devem limitar o acesso a alimentos menos saudáveis, recomenda um relatório do Conselho Nacional de Saúde, que aponta deficiências no controlo dos alimentos dentro dos estabelecimentos de ensino.

“O primeiro surto surgiu em 2008. Acordei e tinha a visão turva. O que associei a uma remela, era afinal uma inflamação do nervo óptico.” Délcio tem 38 anos e há dez que vive com esclerose múltipla. É uma das seis a oito mil pessoas com a doença em Portugal.

Armando Morganho, responsável pela consulta de Neurologia do Hospital Dr. Nélio Mendonça, diz que o diagnóstico de esclerose múltipla é como uma espada enfiada nas costas de uma pessoa.

 

No Serviço de Saúde da RAM, E.P.E. (SESARAM), são 112 os doentes que são acompanhados no Serviço de Neurologia, na Consulta Externa, localizada no Núcleo de Apoio ao Hospital Dr. Nélio Mendonça.

 

A “vista cansada” ou presbiopia é, a partir dos 40 anos, uma situação que afecta muitos portugueses. A presbiopia e outras doenças causadas pelo envelhecimento do sistema visual vão ter lugar de destaque no 61º Congresso Português de Oftalmologia, que decorre entre 5 e 8 de dezembro, em Vilamoura

 

Há poucos dias fui abordada por uma mãe de um colega do meu filho preocupada com as notícias sobre o tráfico de droga junto à escola que ambos frequentam.

 

Para quem tem filhos a entrar na fase da adolescência, a droga, a par daquele medo natural de uma doença grave, constitui o topo das preocupações.